Bonecos infláveis voltam à Paulista com ‘pixulecos’ renovados e Bolsonaro censurado em infláveis, ato pede prisão de Lula e reúne líderes do PL e da direita

Bonecos infláveis voltam à Paulista com ‘pixulecos’ renovados e Bolsonaro censurado em infláveis, ato pede prisão de Lula e reúne líderes do PL e da direita

O ato deste domingo, na Avenida Paulista, reavivou a prática dos bonecos infláveis, com versões que aludem a críticas recentes ao governo federal e a figuras políticas. As peças ganharam novas formas e mensagens, atraindo atenção de quem passava pela via.

Entre os focos da manifestação, os chamados ‘pixulecos’ apareceram em formatos diferentes, e bonecos representando Bolsonaro foram vistos com tarjas sobre a boca, gerando reações no público e entre os organizadores.

As informações sobre o evento, a presença dos infláveis e as mensagens nos bonecos foram registradas pelos organizadores e participantes, conforme informação divulgada pelos organizadores do ato.

Tradição dos ‘pixulecos’ e nova roupagem

A expressão ‘pixuleco’ tem origem na Operação Pixuleco, em 2015, que teve como alvo o petista José Dirceu, e virou símbolo dos protestos contra o PT na década passada. Nesta edição, os bonecos infláveis reapareceram com linguagem visual atualizada, mantendo a crítica simbólica e a teatralidade das manifestações.

Bonecos de Bolsonaro e a tarja ‘Falem por mim’

Nos infláveis que representavam o ex-presidente, uma das tarjas dizia “Falem por mim”, evidenciando uma crítica direta ao silêncio ou à postura atribuída ao político, e chamando atenção para a censura simbólica. Em alguns momentos, os bonecos também sugeriram que o presidente Lula, alvo de novas suspeitas pelos manifestantes, fosse novamente preso.

Autoridades presentes e perfil do ato

As milhares de pessoas presentes concentraram-se nas imediações do MASP. O carro de som “Avassalador” reuniu autoridades como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e os deputados federais Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Flávio Bolsonaro chegou por volta das 15h, acompanhado de Romeu Zema, Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia.

O uso dos bonecos infláveis no ato reforça a continuidade de um repertório de protesto que mistura humor, provocação e simbolismo político, enquanto líderes de direita se mobilizam nas principais avenidas da cidade para marcar presença e transmitir suas demandas.

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